
Luz do século 21 chega às fachadas
[voltar]
Luz do século 21 chega às fachadas
Utilizados para indicar o sinal de espera nos aparelhos eletroeletrônicos, os diodos emissores de luz passaram a ser conhecidos no mercado brasileiro como leds. Agora, eles saem do interior das casas e conquistam as fachadas, dando um toque lúdico às edificações.
Os primeiros leds comerciais foram lançados no final da década de 1960, na cor vermelha, para uso em sinalização de baixa potência, caso dos painéis eletrônicos. Em edificações, foram muito empregados em terminais de centrais de combate a incêndio. Como elemento de iluminação, principalmente nos campos arquitetônico e decorativo, vem sendo adotados há cerca de dez anos, mas ainda com baixa oferta de potência luminosa (lumens).
Mas a aplicação em fachadas exige suportes e proteção contra intempéries, salinidade (se a edificação estiver próximo ao mar), descargas atmosféricas e outros agentes agressores. Normalmente, os leds são montados em painéis mecânicos, parafusados à estrutura do edifício, podendo-se usar barras, chapas e estruturas metálicas.
A durabilidade do led está associada ao projeto, exigindo adequação eletrônica e térmica. Trata-se de um tubo de vácuo de vidro constituído por dois eletrodos. O diodo é um elemento de circuito que tem a propriedade de conduzir a corrente elétrica apenas em um sentido. Quando energizado, emite luz visível.
As principais indústrias vêm investindo pesado para produzir leds cada vez mais econômicos e duráveis, visando substituir parcialmente as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes compactas.
A vida útil desses componentes é superior a 50 mil horas, mas o investimento em pesquisas poderá elevá-la para até 100 mil horas nos próximos dez anos. Outras vantagens são o pequeno tamanho e a variação de intensidade de luz.
Fonte: http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/leds-luz-do-19-03-2009.html